A icônica banda B-52´s, principal nome da geração new wave, acabou de lançar uma música nova. É a primeira em 16 anos. “Funplex” já está sendo vendida digitalmente, mas você pode ouvir clicando abaixo!
Um disco completo da banda está para sair, no Brasil inclusive. A data programada para o lançamento por aqui é o dia 24 de março deste ano. O B-52´s lançou seu primeiro álbum em 1979, com produção de Steve Osborne (New Order, Happy Mondays, Doves). O último disco havia sido lançado em 1992, o mediano “Good Stuff”.
O SansAmp GT2 é um simulador de amplificador direct-in ou preamp-in, ou seja, funciona como um pedal normal ligado diretamente no preamp do ampli ou direto em linha. Basicamente, essa característica ajuda o músico a reproduzir o som natural e quente de um ampli valvulado e sem alterar as características timbrais do instrumento. Além disso, o GT2 não simula um som de vávula qualquer, mas também pode ser ajustado para simular timbres de alguns dos melhores amplificadores valvulados do mundo como Fender, Marshall e Mesa/Boogie. E a melhor parte é que o GT2 faz isso com perfeição.
Omar Izar, o mais antigo dos gaitistas brasileiros em atividade foi o primeiro, após Edu da Gaita, a fazer carreira profissional no Brasil com este instrumento. Os primeiros anos foram difíceis, pelo fato de ser a gaita pouco difundida em nosso País e confundida com brinquedo. Embora já houvesse aqui ótimos gaitistas, deve-se primeiro a Edu da Gaita, depois a Omar Izar a quebra do preconceito e o consequente reconhecimento deste tão apreciado instrumento musical.
É para ouvir em silêncio
Ao tocar a campainha, o cliente é recebido por Omar Izar, de 74 anos, que há sete anos abriu as portas de sua casa para reunir os amigos devotos da boa música, com um detalhe importante: deve ser ouvida em silêncio absoluto.
“Manter o silêncio durante o show é sinal de respeito ao músico e à música, diz. O sobrado com paredes pichadas e portão de madeira, localizado no número 2.090 da Avenida Lins de Vasconcelos, não difere das outras residências próximas à igreja Santa Margarida Maria, na Vila Mariana. São as noites de sexta e sábado que fazem a diferença. O som da ‘turma da casa’, composto pelo piano de Roberto Bomilcar, o baixo de Miyagawa e a bateria de Espedito, transforma a residência no OBar, um clube para admiradores de jazz e MPB.
“O intervalo é a hora certa para conversar”, entrega Omar, que à meia-noite junta-se ao trio com sua gaita para tocar clássicos de Tom Jobim e do Jazz.
Av. Lins de Vasconcelos, 2.090, Vila Mariana, 5549-7284. 6ª e sáb., 22h/2h. R$ 9,80 (6ª) e R$ 12,50 (sáb.).
Tomei conhecimento deste programa outro dia conversando com um amigo. A proposta é deixar as pessoas loucas como se tivessem consumido drogas, porém apenas ouvindo sons. A idéia seria de que certos sons emitidos pelo programa estimulasse as mesmas áreas do cérebro que certos tipos de drogas. São sons indefinidos (tipo uns chiados) e que o aspirante a louco deve ouvir por no mínimo 30 minutos em local escuro e de preferência deitado. Na minha opinião (eu já testei), não tem como vc ficar normal depois de ouvir por uns 40 minutos uns chiados, no escuro e deitado, seja o chiado q for, mas pra mim não foi loucura de droga nenhuma, e sim zonzeira. Porém tem muita gente que diz que a coisa funciona de verdade. Se vc ficou curioso e quer baixar o programa com todas as doses clique aqui.
Situado em uma pequena travessa da Consolação, o bar Drosophyla economiza na fachada – quem nem placa na porta tem – para ousar nos detalhes de dentro. O público bacaninha combina com a decoração exótica. Há objetos inusitados espalhados pelo espaço, como animais empalhados e cobras em formol. Sem contar na luminária de escorredor de macarrão. A iluminação indireta, junto a cor vermelha das paredes criam um clima intimista, bom para aproveitar acompanhado. Na parte de fora, decorada com jardim Oriental e jabuticabeiras, há mesinhas também.
O cardápio é variado, com comidinhas do mundo inteiro. Destaque para o polinésio huahine (atum cru marinado, cenoura, pepino e tomatinhos ao leite de coco), queijo camembert na crostata de alho e pesto de manjericão, além dos pastéis com molho indiano. Para beber, a melhor pedida são as caipirinhas diferentes, como a de carambola com manjericão ou manga com pimenta rosa.
R. Pedro Taques, 80 – Consolação – São Paulo – SP Tel: (11) 3120-5535
Faixa de Preço: até R$ 20 Cartões: Visa Horário: De seg a qua das 19h à 1h. De qui a sáb das 20h às 2h. Idade Mínima: 18 Faixa Etária: de 25 a 30 Lotação: 120 Gênero: MPB Site:http://www.drosophyla.com.br/
Com grande espaço, o CB possui um palco por onde passam bandas de rock e DJs de música eletrônica. A casa é inspirada no Rock and Roll Diner e no clima de anos 50, que também aparece na decoração, destaque para os sofás de curvim vermelho. a música pode vir da banda, do DJ, ou dos próprios clientes, que comandam um jukebox. O CB fica num Galpão antigo da Barra Funda, amplo e com pé direito alto. O cardápio tem comida mexicana, como tacos e chilli, e cervejas gringas.
R. Brigadeiro Galvão, 871 – Barra Funda – São Paulo – SP Tel: (11) 3666-8971Faixa de Preço: aprox. R$ 30 Cartões: Visa |Mastercard |Credicard |Dinners Horário: De ter a sáb das 21h às 5h. Idade Mínima: 18 Faixa Etária: de 25 a 30 Lotação: 350 Gênero: Rock Site: Site Oficial
Para quem gosta de boa música eletrônica e rock a Clash é uma casa de 900 metros quadrados, que comporta: pista, mezanino e um jardim ao ar livre dedicados aos jovens. A casa tem três bares, quatro camarotes com vista privilegiada para pista e serviço exclusivo de garçom. A pista possui uma grande cortina, que a divide ao meio e permite modular o clube de acordo com o número de pessoas. A infra-estrutura é completa para os deficientes físicos.
R. Barra Funda, 969 – Barra Funda – São Paulo – SP Tel: (11) 3661-1500
Faixa de Preço: até R$ 40 Idade Mínima: 18 Faixa Etária: de 22 a 25 Lotação: 1000 Gênero: Eletrônico Site: Site Oficial
Caros leitores, irei postar nesta categoria alguns sons, experimentos musicais e música propriamente dita, gravados em computador por mim e alguns músicos malucos. Aguardem…
Edward Kennedy “Duke” Ellington (Washington, 29 de Abril de 1899 — Nova Iorque, 24 de Maio de 1974) foi um compositor de jazz, pianista e líder de orquestra estadunidense eternizado com a alcunha “The Duke” e distinguido com a Presidential Medal of Freedom (condecoração americana) em 1969 e com a Legião de Honra (condecoração francesa) em 1973, sendo ambas as distinções as mais elevadas que um civil pode receber. Foi ainda o primeiro músico de jazz a entrar para a Academia Real de Música de Estocolmo, e foi honoris causa nas mais importantes universidades do mundo.A música de Duke Ellington foi uma das maiores influências no jazz desde a década de 1920 até à de 1960, ainda hoje as suas obras têm uma influência apreciável, é por isso considerado o maior compositor de jazz americano de todos os tempos. Entre os seus muitos êxitos encontram-se Take the A Train (letra e música por Billy Strayhorn), Satin Doll, Rockin’ in Rhythm, Mood Indigo, Caravan, Sophisticated Lady, e It Don’t Mean a Thing (If It Ain’t Got That Swing). Durante os anos 20 e 30 Ellington partilhava frequentemente os seus créditos de compositor com o seu manager Irving Mills, até que no final dos anos 30 se desentenderam. Billy Strayhorn passou a ser colaborador de Ellington (nem sempre creditado como tal) desde 1940 até à sua morte nos anos 60.
Ellington tinha a preocupação de adaptar as suas composições de acordo com o talento dos músicos que compunham a sua orquestra, entre eles estiveram Johnny Hodges, Bubber Miley, Joe “Tricky Sam” Nanton, Barney Bigard, Ben Webster, Harry Carney, Sonny Greer, Otto Hardwick, e Wellman Braud. Muitos músicos permaneceram ao lado de Ellington durante décadas.
Considerado um dos mais importantes músicos do século XX, a genialidade do pianista, compositor e arranjador norte-americano é comparada a do maior expoente da música erudita, Mozart. No comando de sua orquestra e do fiel escudeiro Billy Strayhorn, ele dominou a era do swing ao lado de outros grandes bandleader como Benny Goodman e Couint Basie.